Cabeça de cinema e Música de vento
A sombra do edifício - o Vão e o precipício.
PENSAMENTO pensa
Pensa Escorrer na chuva
E Inundar frases
E Expelir vírus
Na Película da fala
Entre doidos vendo horas
Nos Relógios dos colégios,
Nas Catracas de metrô
Windows Media Players
MP3
Mesas para três - Soul by soul - vou não vou
Tudo de uma vez
Nessas cidades sem cabeça
Com a cara de quem quiser
Nesses asfaltos barulhentos
De trânsitos falidos e raves
É um filme em movimento
Um Curta-metragem
Na Longa avenida
E as Aspirinas, os aspirantes, os contracheques, meus documentos,
seus Docs, as senhas:
o caos.
É a Mostra real de cinema vivo.
Depois do rio fétido
Deve haver um lugarzinho zen
pra gente estacionar.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
domingo, 11 de novembro de 2007
1 dia quente
Ela é a ilha
que não quer mais ser distância.
O mar pede a ela que fique,
Mas a vontade de partir é grande.
Diz que está vindo me ver
E o desejo de tê-la me arde,
Feito o sol compondo um dia quente.
Além disso,
Tudo pode explodir ...
Ela é o tipo de ilha
que traz em si
um vulcão.
que não quer mais ser distância.
O mar pede a ela que fique,
Mas a vontade de partir é grande.
Diz que está vindo me ver
E o desejo de tê-la me arde,
Feito o sol compondo um dia quente.
Além disso,
Tudo pode explodir ...
Ela é o tipo de ilha
que traz em si
um vulcão.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
L I N H A O C E Â N I C A
L A N Ç O
ao mar
O L H O S
de navegador
onda sim, onda não
V E R S O A T L Â N T I C O S U L
na canção.
ba L A N Ç O
ao V E N T O M A R
feito
em barc ação
guerreira
V E R S O P A C Í F I C O S O U
em ilhas
e pedras
e palavras
e poetas
e praias
desertas
sem solidão
~~~~~~~~~<;;;>~~~~~~~~~~~~
ao mar
O L H O S
de navegador
onda sim, onda não
V E R S O A T L Â N T I C O S U L
na canção.
ba L A N Ç O
ao V E N T O M A R
feito
em barc ação
guerreira
V E R S O P A C Í F I C O S O U
em ilhas
e pedras
e palavras
e poetas
e praias
desertas
sem solidão
~~~~~~~~~<;;;>~~~~~~~~~~~~
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
PARAFERNÁLIA
Jogo o jogo
da canção.
É difícil a reta,
a conclusão.
P a r a f uso
Palavras soltas,
Solto o ar Miro o som.
Recorto cortes,
Versejo verso,
Planto a planta:
B o n s a i
Música que faço
plana aí na sua pista,
Eu pára-choque harmônico
Na sua parafernália eletrônica.
Agora, em casa,
Cuido dos meus afazeres.
Cuido da planta,
Senão a planta não vai.
da canção.
É difícil a reta,
a conclusão.
P a r a f uso
Palavras soltas,
Solto o ar Miro o som.
Recorto cortes,
Versejo verso,
Planto a planta:
B o n s a i
Música que faço
plana aí na sua pista,
Eu pára-choque harmônico
Na sua parafernália eletrônica.
Agora, em casa,
Cuido dos meus afazeres.
Cuido da planta,
Senão a planta não vai.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
PortoMundo
Peixes passam
EntreLinhas d`água
Em Rios em mágoas
e Mágicas:
há Versos no
v ã o
on-line.
no VALE TUDO
1 ponto IG
1 tanto blog
1 porto-mundo.
Agora 1 barco
vem do mar e sobe
o rio
daqui.
dedicado a Valéria #Sou o que Sinto#
EntreLinhas d`água
Em Rios em mágoas
e Mágicas:
há Versos no
v ã o
on-line.
no VALE TUDO
1 ponto IG
1 tanto blog
1 porto-mundo.
Agora 1 barco
vem do mar e sobe
o rio
daqui.
dedicado a Valéria #Sou o que Sinto#
domingo, 23 de setembro de 2007
TERRAÇO
um r e g a d o r
à flor,
para quando faltar chuva,
para quando faltar brisa,
na janela,
para que haja cor e sabor.
as coisas d a q u i,
o cachorro e os colibris,
são as coisas
que eu mais AMO dividir.
meu coração, minha canção e
até os d i a s que aqui não chove
é tudo
seu e meu.
Vamos entrar!
à flor,
para quando faltar chuva,
para quando faltar brisa,
na janela,
para que haja cor e sabor.
as coisas d a q u i,
o cachorro e os colibris,
são as coisas
que eu mais AMO dividir.
meu coração, minha canção e
até os d i a s que aqui não chove
é tudo
seu e meu.
Vamos entrar!
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
JÁ E R A ...
Quando deixei o SERTÃO
Trouxe tudo comigo
E já no outro dia
Era o sol do meio-dia
No meio da capital.
Foi aí que lembrei
Da fome que tinha
Olhando para o nada
E do nada que havia
Em tudo ao redor
Tenho este sentimento igual
Um pouco rio (~~~~~~~~) um pouco mar
Um dia em Piraju
O outro na CONSOLAÇÃO
Trouxe tudo comigo
E já no outro dia
Era o sol do meio-dia
No meio da capital.
Foi aí que lembrei
Da fome que tinha
Olhando para o nada
E do nada que havia
Em tudo ao redor
Tenho este sentimento igual
Um pouco rio (~~~~~~~~) um pouco mar
Um dia em Piraju
O outro na CONSOLAÇÃO
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