domingo, 11 de novembro de 2007

1 dia quente

Ela é a ilha
que não quer mais ser distância.
O mar pede a ela que fique,
Mas a vontade de partir é grande.

Diz que está vindo me ver
E o desejo de tê-la me arde,
Feito o sol compondo um dia quente.

Além disso,
Tudo pode explodir ...

Ela é o tipo de ilha
que traz em si
um vulcão.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

L I N H A O C E Â N I C A

L A N Ç O
ao mar
O L H O S
de navegador
onda sim, onda não
V E R S O A T L Â N T I C O S U L
na canção.

ba L A N Ç O
ao V E N T O M A R
feito
em barc ação
guerreira
V E R S O P A C Í F I C O S O U

em ilhas
e pedras
e palavras
e poetas
e praias
desertas
sem solidão

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segunda-feira, 15 de outubro de 2007

PARAFERNÁLIA

Jogo o jogo
da canção.
É difícil a reta,
a conclusão.

P a r a f uso
Palavras soltas,
Solto o ar Miro o som.

Recorto cortes,
Versejo verso,
Planto a planta:
B o n s a i

Música que faço
plana aí na sua pista,
Eu pára-choque harmônico
Na sua parafernália eletrônica.

Agora, em casa,
Cuido dos meus afazeres.
Cuido da planta,
Senão a planta não vai.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

PortoMundo

Peixes passam
EntreLinhas d`água
Em Rios em mágoas
e Mágicas:

há Versos no
v ã o
on-line.

no VALE TUDO
1 ponto IG
1 tanto blog
1 porto-mundo.

Agora 1 barco
vem do mar e sobe
o rio
daqui.

dedicado a Valéria #Sou o que Sinto#

domingo, 23 de setembro de 2007

TERRAÇO

um r e g a d o r
à flor,
para quando faltar chuva,
para quando faltar brisa,
na janela,
para que haja cor e sabor.

as coisas d a q u i,
o cachorro e os colibris,
são as coisas
que eu mais AMO dividir.

meu coração, minha canção e
até os d i a s que aqui não chove
é tudo
seu e meu.
Vamos entrar!

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

JÁ E R A ...

Quando deixei o SERTÃO
Trouxe tudo comigo
E já no outro dia
Era o sol do meio-dia
No meio da capital.

Foi aí que lembrei
Da fome que tinha
Olhando para o nada
E do nada que havia
Em tudo ao redor

Tenho este sentimento igual
Um pouco rio (~~~~~~~~) um pouco mar
Um dia em Piraju
O outro na CONSOLAÇÃO

terça-feira, 28 de agosto de 2007

MONTEVIDÉU

Uma estrela, uma estrela
Nenhuma constelação
Nenhum disco voador
Nem dor aqui
E quando olho lá embaixo
Vejo carros,
vejo casas, vejo coisas.
A estrela, a torre, as luzes,
O céu daqui.

É um tanto saudade de lá,
No entanto eu não quero partir.
Lá no canto há uma estrela ...
Eu adoro existir.